Mostrando postagens com marcador papai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador papai. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de agosto de 2010

Um Dia de Sentir Mais Saudade...




Meu Pai





Olá Queridíssimas!

Espero que todas tenham tido um lindo domingo de comemoração do Dia dos Pais.

Como sabem, já perdi meu pai.

Não há um único dia de minha vida que não me lembre dele. Muitas vezes sinto sua presença, parece que ouço sua risada alegre, sinto seu perfume e o vejo mexendo no jardim, brincando com os bichos, dirigindo seu fusquinha, tomando sua tubaina, comendo o frango assado que amava...

Sejam nas pequenas ou nas grandes coisas, há sempre a lembrança indelével do meu pai.

Foi um homem muito simples, com pouca instrução, um grande trabalhador, um pai exemplar, carinhoso e presente. Por tudo que ele significou em minha vida, hoje foi um dia de sentir ainda mais saudade.

Aqui em casa nunca houve grandes comemorações em datas festivas, afinal sempre estamos trabalhando e o comércio de certo modo nos escraviza. Quando o supermercado fecha às 14hs estamos um caco de tanto correr para lá e para cá, sem ânimo pra muita coisa...

Mesmo com tanta correria, era nesse dia que eu preparava pra ele um frango assado e uma lasanha. No último Dia dos Pais juntos, sentamos no barrzinho dele (meu pai era dono de um bar)  e ali ficamos só nós dois falando, comendo frango com lasanha e tomando tubaina, o refrigerante preferido dele.

E foi com gosto amargo na boca que acordei hoje... De saudade e de vontade de reviver momentos tão singelos e marcantes.

Mas estava decidida a não ir ao cemitério nesta data tão especial. Toda vez que vou lá volto pior ainda. Por essa razão decidi ficar mexendo no jardim, o local preferido dele. Foi a maneira que encontrei de homenageá-lo.

Pintei de branco neve o murinho simples que separa o quintal do supermercado do nosso jardim. Depois todas as plantas foram retiradas, parte da terra trocada e depois afofada. Acrescentei terra preta com muito substrato e replantei algumas mudas mais resistentes.

Passei a tarde todinha fazendo isso, com o Fiel e os gatinhos correndo pra lá e pra cá na maior bagunça, do jeito que meu pai gostava. Eram 19hs quando me dei conta de que estava um prego e constatei que o jardim até que está ficando ajeitadinho...rs

Faltam agora os vasos, que pintarei com neutrol por dentro e tinta por fora. São vasos muito antigos, com mais de 30 anos, e foram comprados pelo meu pai. Nele plantarei novas mudas floridas e farei uma hortinha de ervas.

Esta semana irei comprar muitas mudas num lugar especial da cidade. Deixarei este jardim bem alegre e colorido, pois desde que ele se foi nunca mais quis mexer nele. Quase tudo morreu e finalmente acordei, pois sei que meu pai não gostaria disso.

Tudo em homenagem ao meu amado e saudoso Pai.

Gostaria de escrever mais sobre ele, mas me falatam forças...

Sinto muita, muita saudade, papai!


Eu e meu pai








*********


Queridas:

Espero que entendam minha ausência em seus blogues desde sexta.

Mas amanhã retornarei com gás total.

Agora vou tomar uma tubaina em homenagem ao meu pai. E até fiz frango assado...


Beijoooooo




*********

Fiquem com um lindo vídeo de uma das músicas preferidas do meu pai:

"Amora", de Renato Teixeira

Beijooo








domingo, 28 de fevereiro de 2010

Parabéns Interrompido


Eu, meu pai e meus irmãos numa festa junina em casa.
Sua alegria era contagiante!
Clique na foto para ampliá-la


Olá meninas!

Desculpem-me o sumiço, pois prometi aparecer no blog de vocês.

Ocorre que estava cuidando para dissipar a tal "nuvem negra" que comentei na postagem anterior... Não consegui entrar no blog, estava muito fragilizada e começando a fechar as portas e janelas da minha alma. Quando chega nesse ponto, tenho de parar tudo, ficar quietinha no meu canto, aprumar o eixo, tapar os ouvidos para o canto doce da sereia, encontrar a bússola e remar novamente para o continente...

É difícil sim, mas acho que, devagarinho, eu  espantei a nuvem negra - ao menos por enquanto, pois é certeza que voltará.

Foi interessante e  reconfortante ler tantos comentários carinhosos assim, eu me emocionei. E por email também recebi muito carinho. A todas vocês, amigas antigas e novas, meu agradecimento eterno.

O mais interessante foi descobrir que não estou só, que muitas mulheres que aqui frequentam passam ou passaram pela mesma miséria emocional que a minha.

Só quem sofre ou sofreu deste mal sabe que é uma penúria, é um encarceramento, é ver a vida passar entre seus dedos como areia fina sem que se tenha forças para impedir, é a ausência absoluta de prazer, é uma quase morte em vida.

Mas a minha persistência, aliada à amizade de todas vocês, me fortalece. E, para tanto carinho e afeto, não há palavras à altura.

Sei que muitas vezes fujo do tema proposto inicialmente neste blog, mas me faz muito bem desabafar e, sempre que puder, trarei aqui meus sentimentos mais profundos.

E, hoje, é mais um deles.

Dia 28/02/1933: o dia em que meu pai nasceu, o dia em que sempre foi festa na família.

Hoje meu pai faria 77 anos e este é o segundo aniversário sem ele. A semana inteira meus pensamentos estiveram com ele, lembrando de sua gargalhada deliciosa, de seu bom humor, de suas piadas ingênuas, de seus momentos ranzinzas, de sua eletricidade...

Um homem de fibra que foi sempre meu melhor exemplo, o Norte da minha bússola, a luz dos meus olhos, a pessoa que me entendia, me acolhia e me aceitava em todas as decisões.

Um pai verdadeiro que me encheu de mimos, de presença, de livros, de carinho, de bons exemplos, de companheirismo.

Um homem que não teve oportunidade de instrução mas que foi um sábio. Que mesmo sem saber direito quem foi Monteiro Lobato, me fazia repetir sempre as peripécias de Emília e sua turma, me fazia contar cada detalhe dos livros e sempre caía na risada, se encantava e me pedia para ler o próximo. E, na brincadeira de divertir meu pai, contei a ele a história de todos os livros do Monteiro Lobato para ele.

E, com aquele seu jeito único de incentivar os filhos, me encaminhou para o mundo da leitura. Ele sabia que a salvação estava nos livros. Ele sempre soube disso.

Em meu apartamentinho em São Paulo ele era sempre a visita mais esperada. Ia todos os anos e fazia questão de dormir lá naquele cubículo, mesmo meu irmão morando numa mansão de muitos quartos a poucas quadras de distância. Passeava por Sampa observando cada detalhe, com olhos reluzentes de encantamento.

Um homem sem instrução, mas que foi às lágrimas quando entrou pela primeira vez no MASP, extasiado por se deparar com tantas pinturas seculares, intrigado em entender como poderiam pintar tão bem gênios como Manet, Degas, Cézanne, Monet, Renoir, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Matisse, Modigliani...

Embaixo da carapaça de homem simples e batalhador do interior, a sensibilidade  que possuía era imensa!

Minha primeira internação, depois do mal que me acometeu, ele estava presente. Foi para São Paulo e me acompanhou passo a passo. Telefonou-me todos os dias, não me abandonou um minuto sequer.

Nunca me cobrou nada depois que adoeci, me entendeu, não me julgou e me acolheu de braços abertos. E assim foi feita nossa troca: fui eu, exclusivamente, quem dele cuidou dele até o fim. E foi um prazer poder fazê-lo, poder estar ao lado dele em cada um dos momentos para diminuir a sua dor: fazendo sua comidinha preferida; enchendo sua vida de bilhetes carinhosos em todos os cantinhos da casa, do trabalho, dos bolsos e do carro; fazendo massagem toda noite para diminuir as dores; elogiando; abraçando; beijando....

E, no dia 02/07/2008, cercado de todo meu amor e devoção, ele partiu.

E foi este pai maravilhoso, a luz dos meus olhos, que deixou em meu coração a saudade que não morre e a lição de seus exemplos, que ficam e me confortam.

Obrigada, Pai.


Foto do passaporte do papai.
Estava tão feliz!
Conheceu Portugal, Espanha, França...
Tomou muito vinho, comeu bem, brincou com os netos, se divertiu...



Meus pais no dia do casamento, em 1956.






***********

E, para lembrar do meu amado pai, deixo com vocês a belíssima e insuperável música do russo Sergei Rachmaninoff, executada por John Barry.

Trata-se de "Rhapsody on a Theme of Paganini", mais conhecida como música tema do filme "Em Algum Lugar do Passado".

Para mim é uma das mais belas músicas já compostas...

 




***********

 

Meninas Queridas:


Muito obrigada por todo carinho que recebi na postagem anterior.

Como sempre vocês me emocionaram com seus relatos e tanto afeto.

Agora partirei a visitá-las, pois a saudades de vossos cantinhos é imensa!

Beijooooooo










domingo, 1 de novembro de 2009

Saudade...



Hoje foi um daqueles dias saudosos, de sol ardido e atordoante, de pouco vento e vontade de se recolher em casa para nunca mais sair.

Fui ao cemitério visitar me pai, antecipando o tumuldo do Dia de Finados. Foi o segundo Dia de Finados visitando meu pai.

Ele está enterrado numa ala que antigamente era exclusiva para crianças, denominada "ala dos anjinhos", juntamente com minha irmã que não conheci. A quadra está repleta de crianças...

Eu e meu irmão compramos lindas flores, lavamos o túmulo, limpamos os matinhos em volta e ficamos naquele silêncio palpável, pesado.  Porque certas coisas não precisam ser ditas, certas coisas não conseguimos sequer definir.

Fiquei um tempo sentada ali observando o gigantesco pé de flamboyant, que gentilmente dá um pouco de sombra ao meu pai, do outro lado o ipê que já está sem flores e o meu pai reinando entre os anjinhos. Pensei: ele que amava crianças, está no lugar certo...

Embaixo dos vasos de flores deixei meus costumeiros bilhetes para ele, como sempre fazia em vida: avisava dos remédios, deixava um beijo, falava uma bobeira, desenhava uma careta. Hoje os bilhetes são de saudade, de amor eterno por um pai exemplar, batalhador, guerreiro, carinhoso, presente, divertido, alegre, inteligente...

O porquê dos bilhetes? Não sei, apenas dei continuidade, não consegui parar de dizer o quanto ele é amado e certas atitudes não tem mesmo explicação.

Fomos embora em completo silêncio. Meu irmão cabisbaixo e visivelmente incomodado. Dei uma última olhada de longe e sorri pra ele, pois era assim que ele gostava de me ver.

E a dor? A dor não me abandonou, mas com o tempo estamos nos entendendo e ela tem aparecido em maiores espaços de tempo.

Procuro me lembrar dos bons momentos quando ele sorria descontraidamente, contava piadas, como na foto abaixo.


Abraçados ao fundo:
Meu irmão, eu e meu Papai
Clique para ver em tamanho maior


Mas meu pai não gostava de tristeza, era muito alegre e vivaz. E com essa música abaixo é que gosto de me lembrar dele. Uma música que ele ouviu a primeira vez quando jovem, num filme da Jude Garland. Dizia que naqueles filmes de antigamente é que as músicas eram boas...rs

Um dos refrões diz: "Sonhos realmente se tornam realidade/Algum dia eu vou desejar por uma estrela/Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim/Onde problemas derretem como balas de limão..." (tradução aqui). E é lá que meu pai está...

A versão que apresento é incrivelmente bela, cantada por um havaiano chamado Israel Kamakawiwo'ole, mais conhecido como "IZ". Ele morreu muito jovem, em 1997 aos 37 anos, vítima de obesidade mórbida. Antes disso sofreu horrores de gravadores que se recusavam a gravá-lo por ser feio, gordo e por ser apenas um nativo. Mas ele deu a volta por cima, venceu o preconceito e se consagrou.

Vocês podem não conhecê-lo de nome, mas duvido que nunca ouviram sua voz! Já fez trilha sonora para vários filmes, como Encontro Marcado, Forrest Gump, entre outros. Ele toca um instrumento havaiano chamado ukelelê e não há nenhum artifício de estúdio entre a voz dele e o ukelelê: é talento puro!

No final do vídeo aparece a aglomeração de nativos havaianos acompanhando as cinzas de Iz, que foram lançadas ao mar... É emocionante.

E era assim que meu pai gostaria de ver todos da família: felizes!

É para todas vocês - e também para meu saudoso pai...


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Apresentando: Tony, o magnífico!

Meninas,

Nós temos aqui em casa dois cachorros: o Fiel e o Tony. Ambos enooooormes!

Eu apenas falei brevemente do Tony aqui no blog. Mas ele merece mais, muito mais!

Tony é um baita cachorrão, enorme e muito peludo. Um vira-latas adorável e muito carinhoso.

Em dezembro fará DEZ anos, portanto já é um idoso. Sua saúde não anda nada boa... Lembram-se quando disse aqui que este ano de 2009 é um ano de ficar com o coração apertado? Ele é uma das razões.

Cães de grande porte adoecem muito mais cedo - e isto já vem ocorrendo há algum tempo com o Tony. Mas como sei que está relacionado também à idade, nem mencionei.

Mas ele merece um espaço muito especial neste blog, porque ele ocupa este espaço especial em minha vida. Ele me salvou muitas vezes da solidão, é um baita companheiro.

Não é elétrico e estabanado com o Fiel. Desde filhote é mais contido, mais obediente, mais calmo, mais dócil... Enfim, sei que um dia terei de me despedir, mas já sinto falta desse grandalhão.

O Tony foi uma zebra, pois é cruzamento de cães de casas vizinhas: um Old English Sheepdog (da raça da Priscila da Tv Colosso) com um Husky Siberiano. Nossa, nem é bonito, mas pra mim é o mais lindo do mundo...

Com 30 dias pesava 4 quilos, acreditam? Meu pai me falava: "esse cão ficará enorme!"; e eu desconversava. Como meu pai não queria cachorro grande nem entendia nada de raças, dizia a ele que ficaria médio, no máximo (mentirinha do bem...hihihi). Hoje pesa uns 45 quilos! ...hahaha

Depois, com minha mudança pra SP, o Tony tornou-se do meu pai. Era seu grande companheiro, mimadíssimo!

Teve diversas doenças quando filhote, inclusive parvovirose e tétano! Sobreviveu, é um guerreiro.

Agora sua jornada se encaminha para o final, eu sei disso... Desde que meu pai faleceu ele não anda bem, sente saudades, deu uma bela decaída. E tento me preparar para essa despedida, que será dolorosa.

Tentei tirar umas fotos do fofucho pra postar aqui, mas ele só quis saber do ossinho que lhe dei, ficou deitadão...

Vejam como é engraçadinho, peludão, fófis total e com os olhos tão doces...




















Ao lado do amigo Fiel, um jovem impetuoso e que morre de ciúmes do Tony!  :O)















Lembram-se do meu pé de manga? Os frutos já estão enormes! Logo poderemos colhê-los. Infelizmente será a última frutificação antes de cortá-lo (como disse aqui, será cortado para o aumento do supermercado), que ocorrerá no início de 2010.









E aqui o Creminho, gatinho que era do meu pai, relaxando no jardim que  desaparecerá com a tal reforma  :O(





Este ano são muitos os motivos que me deixaram abatida, e quase todos estão relacionadas às lembranças que tenho do meu pai: os pés de manga e pitanga que ele plantou e o jardim que era dele serão destruídos.

O Tony, seu grande companheiro, amuando a olhos vistos na caminhada final da velhice. O Creminho que também já tem idade.

Eu me apego muito a animais e plantas. Eles se tornam da família, sem distinção de grande monta. Para mim é assim...

Parece que partes do meu pai que estavam comigo (as plantas e os animais), estão partindo também. O lado racional me sacode e diz que será melhor, que ele aprovaria (como realmente aprovou em vida). Mas o coração não obedece à razão - e sofre...

Essas coisas não tem explicação, são as dores que cada um tem que carregar...

Tenham todas um ótimo dia!

Beijooooooo


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um gatinho procurando por seu dono

Nós temos um gato muito especial, pois é "herança" do meu pai.

O Creminho, assim chamado, era fissurado pelo meu pai. Começou a dormir na garagem de casa, durante a noite, como quem não quer nada. Meu pai tinha peninha e lhe dava ração, leitinho, carninha, foi se afeiçoando ao danadinho - super defensor da garagem, territorialista ao extremo.

Tudo ia bem, até que um dia Creminho foi atropelado. Como sequela do acidente, teve um pequeno AVC e perdeu parte dos dentes. Desde o acidente e posterior tratamento, Creminho nunca foi mais o mesmo. Passou a ter medo, a ter problemas de visão noturna e a apanhar de outros gatos de rua.

Ficou então decidido que ele passaria a morar conosco, dentro de casa. Meu pai, inicialmente, relutou - mas não teve jeito.

Creminho veio "para dentro" e nunca mais saiu de nossas vidas. Isso já tem quase 2 anos, sendo que ele dormia com meu pai e acompanhou toda a doença que o acometeu até seu falecimento - há um ano e dois meses.

E para quem diz que gatos não se apegam ao donos, deveriam ter vindo em casa presenciar as noites seguidas em que o gatinho chorava, a procura do meu pai. Foram meses tentando reanimá-lo, o gato quase faleceu de tristeza, de saudade.

Mas numa dessas reviravoltas da vida, Creminho encontrou um novo pai e a ele se apegou com afinco: meu irmão!

Porque, afinal, são os gatos que escolhem seus donos. E meu irmão caçula foi o privilegiado. Desde então o gato reanimou, melhorou e passou a dormir em outro quarto, em outra companhia tão carinhosa quanto a do meu pai.

Ele ainda chora pelo meu pai, por incrível que pareça! Algumas noites ele se planta em frente a porta do quarto que era do papito e se põe a chorar, a emitir um miado agudo e muito triste, como se pedisse para que meu pai voltasse.

Isso é apenas um exemplo de como os gatos são amorosos e apegados aos seus donos - assim como os cães.

Vejam nosso Creminho:

No brinquedo destruído pelas garras da galera felina...rs




Não pode ver uma gaveta aberta que já se acomoda!






Tomando o sol matutino na janela... Hummm, delícia de vida!








Sem contar que o danado está bem gordinho, não é mesmo?

Dieta nele!...hehehe

Beijoooooooooo




quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Decoupage em sabonete

Olá meninas,

Escrevo para mostrar meus sabonetes em que fiz a decoupage. Ficaram fofoletes! ´

E é bem fácil de fazer: cole a figura com termolina e faça "gracinhas" com a tinta relevo e purpurina misturada com goma laca. Há também a opção de verniz com glitter (R$ 5,00 o tubinho que dura muitoooooo).

Depois pode enfeitar com fitinhas e florzinhas de biscuit ou lacinho. Fita se cola com cola pano e biscuit com cola para lantejoula, tá?

Depois disso, que é muito rapidinho, finalize com "verniz vitral" e deixe secar e descansar por 7 dias, para garantir que o verniz não sairá. Detalhe: mesmo que use o verniz com glitter, terá de finalizar com o verniz vitral, tá?

Se quiser fazer para tomar banho e não para sachê ou para presentear, é só tirar a parte da fitinha e adereços.

Vejam as fotos:






E saibam que até o banheiro do nosso mercado eu personalizei com o sabonete....hahahaha. Os vendedores, viajantes e entregadores "furtavam" nossos sabonetes, acreditam nisso? Quem vai querer furtar um personalizado? Vejam só!




E depois de pronto fiz questão de mostrar ao meu pai, que já se encontra lá no céu:







Tenho certeza que meu fofo aprovou!  :o))

Na foto estamos eu e ele em Campos do Jordão, há 4 anos atrás. Saudades!

Meninas, estou montando kits de Natal com os sabonetinhos e depois mostrarei.

Ficará assim, ó: sabonetinho, toalhinha de mão e tudo numa caixinha de decoupage - tudo com o mesmo tom, a mesma figura, combinadinho...hihihi

Já tenho encomendas da amiga Flávia (beijos!) e venderei aqui no nosso mercado. Depois eu mostro a fotinho, tá?

Beijooooooooooooo